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MOTELX 2019 – resumo 4º dia

Ao quarto dia de motetada, Lords of Chaos, de Jonas Arkelund, realizador nórdico, sobretudo de videoclipes, trouxe a história dos infames Mayhem, a pioneira banda do verdadeiro metal norueguês, em finais dos anos 80, início dos anos 90, filme também retrata a relação do líder Euronymous e do jovem Varg, bem como o suicídio de Dead, para quem conhece a história real, sabe do que falo, para quem é fã, sugiro este filme, sobre a revolução musical e não só que esta banda gerou, é um filme quanto baste, que se vê muito bem, apesar de contraditório na tua totalidade, mas isso, deixo para os fiéis seguidores deste culto.

Por fim, o filme mais aguardado da edição deste ano, do génio que é Ari Aster, que o ano passado arrasou com um novo clássico de terror para a história, Hereditário, este ano criou o novo filme de culto, Midsommar – O Ritual, filme que produziu e assinou na escrita e na realização, é o filme de terror pagão mais icónico dos últimos anos, com uma estreia independente, fez um sucesso tremendo no público do festival, que elegeu como o filme do público deste ano, e que o eleva como um mestre do terror moderno, que só ansiamos que continue a este nível, esteve cá em Lisboa, conviveu e adorou, como fez questão de deixar claro, e o filme em si, não desapontou, foi o apogeu deste ano e só agradeço ter lá estado.

Depois do melhor filme, este dia de sexta-feira 13, fechou com a Sessão Duplo Azar, com os filmes, HarpoonThe Pool, que trouxeram risos para quem ficou até tarde para os ver, já um hábito do festival, estas sessões para bem dispor, fecharam em grande um dia, que ficou marcado sobretudo pelo filme cartaz desta edição, que o público adorou.

Conclusão do dia 4.


 

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